sexta-feira, 17 de julho de 2020

O Caso do Bolinho - Crianças Bem Pequenas - Maternal I e II




O Caso do Bolinho
Atividades Motoras e Contação de Histórias com Massinha






A massinha de modelar é um excelente meio pelo qual podemos estimular a coordenação motora fina das crianças e ajudá-las a desenvolver o movimento de pinça fina dos dedos, fundamental para o aprendizado da escrita.
Por meio da ludicidade, aliando a contação de histórias com exercícios motores, fica mais fácil conquistar a atenção da criança e o seu interesse pela atividade.

Sobre a metodologia de trabalho:

Atividade 1:  Contação de Histórias “O Caso do Bolinho” / Tatiana Belinky
Na contação de histórias, temos a liberdade de realizar algumas alterações na narrativa para  aproximá-la da realidade da turma, tomando todo o cuidado para que a contação não se distancie demais da obra original, perdendo-a como ponto de referência.
Para estás alterações, podemos coletar a opinião das crianças por meio de audições nas rodas de conversa. Por exemplo: na contação de histórias realizada com minha turma de maternal II, as crianças sugestionaram um final alternativo, em que o bolinho escapa da boca da Raposa e se salva para viver novas aventuras.
Podemos explorar a contação da história, com perguntas que estimulem as crianças a lembrarem e a narrarem alguns fatos, por exemplo:
Como o bolinho foi feito pela vovó?
Como o bolinho conseguiu fugir da casa vovó?
 O que aconteceu com o bolinho depois que ele fugiu da casa da vovó?
Observação: Podemos ajudar as crianças a narrarem a sequência dos fatos sem perderem a sua ordem cronológica, auxiliando com dicas.

Atividade 2: exercícios motores

A vovó faz um bolinho
A raposa nhac, como o bolinho 
O bolinho vira uma panqueca
A panqueca vira uma cobrinha
Que se enrola no nosso dedinho
Depois a cobrinha vira um caracol
E o caracol vira um pirulito!

Nesta brincadeira, estamos trabalhando a motricidade fina, que quando bem estimulada e desenvolvida durante a infância, facilita a escrita na fase de alfabetização e o domínio  das habilidades manuais na idade adulta.
A modelagem com massinha, prepara a criança para a aquisição da escrita, respeitando as etapas do   desenvolvimento da preensão palmar, de forma a adquirir naturalmente a destreza e precisão necessária para manipular o lápis.

Atividade 3: Roda da História
Na roda de histórias, as crianças farão o reconto do Caso do Bolinho. É importante deixar que a criança se expresse verbalmente, explorando o seu próprio vocabulário para que ela mesma perceba e tente superar as suas dificuldades com a oralidade. Neste momento o professor deve fazer pequenas interferências que ajudem a criança a ampliar e enriquecer o seu repertório de palavras e expressões.
Permita que a criança faça pequenas modificações na narrativa, adaptando os trechos que ela não consiga se lembrar, para que possa prosseguir com a história. Isso permitirá que a criança explore a sua criatividade em recriar partes da narrativa sem fugir do sentido da história.   


Este plano de aula abrange os seguintes campos de experiência e os objetivos de aprendizagem, seguindo as orientações didático-pedagógicas do Currículo Paulista em conformidade com a BNCC  
CAMPOS DE EXPERIÊNCIA
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
PROCEDIMENTO METODOLÓGICO
TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS
(EI02TS02) Utilizar materiais variados com possibilidades de manipulação (argila, massa de modelar, água, areia, terra, tintas etc.), explorando cores, texturas, superfícies, planos, formas e volumes ao criar objetos tridimensionais.
Trabalhar a modelagem com massinha, explorando a manipulação deste material com atividades lúdicas que permitam às crianças experiências com cores, texturas, formas, volumes e superfícies.
CORPO, GESTOS E MOVIMENTO
EI02CG05) Desenvolver progressivamente as habilidades manuais, adquirindo controle para desenhar, pintar, rasgar, folhear, entre outros, explorando materiais, objetos e brinquedos diversos
Promover atividades lúdica com a modelagem, que estimulem o desenvolvimento da preensão palmar, facilitando a aquisição das habilidades manuais para pintar, desenhar e escrever.
ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO
(EI02EF04) Formular e responder perguntas sobre fatos da história narrada, identificando cenários, personagens e principais acontecimentos, tais como “quem?”, “o que?”, “quando?”, “como?”, “onde?”, “o que acontece depois?” e “por quê?”
Explorar a contação de histórias, por meio de perguntas sobre fatos importantes da narrativa, as crianças serão estimuladas a recontarem a sequência de fatos sem perderem a ordem cronológica, (O que aconteceu primeiro?  E o que aconteceu depois?).
EI02EF06) Criar e contar histórias oralmente, com base em imagens ou temas sugeridos, utilizando-se de termos próprios dos textos literários.
Roda da história, estimulando as crianças recontarem o Caso do Bolinho.


domingo, 4 de junho de 2017

Esculturas de massinha.






Tiranossauro Rex feito de massinha de modelar.


Está escultura foi modelada há mais de 1 ano, utilizando massinha de modelar escolar, como o material  não perdeu a sua plasticidade, foi possível remodelar a escultura modificando a cabeça e o corpo.  




A durabilidade deste material é realmente incrível. A massinha usada para modelar este cisne branco por exemplo, tem 5 anos e ainda mantém a sua plasticidade. Lembrando que este é um material barato. Atualmente uma caixinha com 12 bastões coloridos de massinha está custando menos de 4 reais. Os preços variam de acordo com a marca e a papelaria. Por isso é importante pesquisar muito antes de comprar. 




A massinha usada nestes trabalhos é do tipo escolar na base de cera, a massinha chamada de fofinha é na base de amido, o que aumenta a sua plasticidade porém compromete a sua durabilidade.


quinta-feira, 18 de maio de 2017

PAPEL MACHÊ





Sequência didática: modelagem com papel machê
 2016
Marina tanzi


Público alvo: crianças de 3 anos.
Tempo: 20 dias
Justificativa:

Desde a sua confecção até o seu produto final (as esculturas), o trabalho com papel machê proporciona uma riquíssima experiencia artística para as crianças pequenas. Todo o seu processo de produção envolve atividades motoras essenciais para o desenvolvimento infantil, sendo elas: picar e amassar o papel com as mãos, modelar esculturas bidimensionais e tridimensionais, pintura e colagem.
O papel machê é fácil, simples e barato de fazer, além de trabalhar a consciência ambiental com a reciclagem.

Objetivos gerais:
·       Proporcionar para as crianças o contato com a arte milenar do papel machê.
·       Conhecer a sua história do papel machê e reconhecer a sua importância cultural.
 ·    Despertar nas crianças a curiosidade e o desejo de conhecer a cultura de outros povos.
  ·    Respeitar e apreciar as manifestações culturais de outros povos

Objetivos específicos:
·         Possibilitar que os alunos se expressem individual e coletivamente através de diferentes estilos e técnicas;
 ·         Desenvolver a percepção visual e outros sentidos;
 ·         Estimular o aluno em seu desenvolvimento integral, através da expressividade, por meio de diferentes linguagens;
 ·         Ampliar a perspectiva do aluno apresentando as formas espaciais em segunda e terceira dimensão por meio da modelagem de esculturas com papel machê;
 ·         Apreciar e respeitar a própria produção artística assim como as dos colegas.

Conteúdos:

  • Artes visuais;
  •  Movimento;
  • Matemática;
  •  Linguagem oral e escrita;
  • Natureza e sociedade.

Materiais:
        

  •   Cola branca;
  •    Água;
  •    Jornais velhos;
  •    Recipiente plástico;
  •   Tinta guache;
  •    Papel laminado;
  •    Papel Crepom;
  •   Sementes de girassol;
  •   Barbante;
  •  Máquina fotográfica digital;
Metodologia e desenvolvimento:

  1. ATIVIDADE:  roda de conversa
 Com as crianças sentadas formando uma roda no tapete, será feita uma roda de conversa para contar a história e abordar a importância cultural do papel machê, este momento também será aproveitado para levantar os pressupostos das crianças sobre modelagem, esculturas e o próprio papel machê.
2.     ATIVIDADE: picar papel jornal.
As crianças se reuniram em grupo para picar várias folhas de jornais velhos. Depois de picadas, as folhas de jornal permaneceram em descanso por um dia, submersas em água.
  1. ATIVIDADE: confecção do papel machê e produção de esculturas.
As crianças retiram o jornal encharcado que sera deixado em repouso por alguns minutos sobre uma peneira para escorrer o excesso de água.
Depois de enxuto, as crianças misturaram a massa de papel jornal com cola branca, usando as mãos para amassar a mistura até que ela se torne homogênea.
Serão oferecidos modelos que sirvam de inspiração para a produção artísticas das crianças, mas a liberdade para criarem esculturas conforme a sua imaginação também será respeitada.


  1. ATIVIDADE: pintura das esculturas.
Depois de secas as esculturas serão pintadas pelas crianças usando tinta guache misturada com cola branca, pinceis e rolinhos para pintura.
As crianças terão liberdade para escolherem as cores das tintas e os materiais para pintura.
  1. ATIVIDADE: colagem
Depois da pintura seca, solicitar para que as crianças colem papel laminado, papel crepom e sementes de girassol, bolinhas de gude e barbante nas esculturas.
As esculturas serão expostas na mostra pedagógica da escola e posteriormente as crianças poderão leva-las para casa com data ainda a ser combinada com a direção da escola.

AVALIAÇÃO: ocorrerá pela observação do interesse e participação da criança nas atividades propostas. Sobre a sua dedicação e satisfação com o resultado final, assim como do respeito que nutre por sua própria produção artística e pelas dos demais colegas.


domingo, 11 de dezembro de 2016

Sequência didática com argila.

 Sequência didática

ARGILA  



"O barro toma a forma 
Que você quiser 
Você nem sabe 
Esta fazendo  
Apenas 
O que o barro quer"     
                                          Leminsk 




  • Faixa etária:  3 a 5 anos. 
  • Tempo: 6 meses. 

  • Objetivos gerais: 
  • Propiciar à criança a vivência com o primitivo por meio da argila que é a matéria-prima mais antiga que se tem conhecimento para a modelagem. 
  • Permitir que a criança entre em contato com a sua subjetividade, transpondo suas experiências pessoais para a modelagem com argila. 
  • Oferecer à criança contato com a cultura indígena. 

  • Objetivos específicos: 
  • Desenvolver a percepção espacial, bem como noções de orientação, direção e proporção. 
  • Ampliar a perspectiva do aluno apresentando as formas espaciais em terceira dimensão  por meio da modelagem com argila. 
  • Apresentar ao aluno materiais e técnicas diversificadas expandindo  o seu repertório.  
  • Estimular a criatividade dando ênfase à experimentação,  deixando o aluno livre para manusear a argila criando obras com base na imaginação. 
  • Oferecer experiência tátil e cinestésica, com atenção especial  voltada para a   estimulação neuropsicomotora de crianças com dificuldades de coordenação e percepção. 
  • Trabalhar formas geométricas básicas, noções de dentro/fora, cheio/vazio. 
  • Explorar texturas e criar superfícies lisas. 
  • Desenvolver o esquema corporal  e a lateralidade. 

    
  • Conteúdo: 
  • Movimento; 
  • Artes visuais;  
  • Linguagem oral e escrita; 
  • Natureza e sociedade;
  • Matemática. 

  • Materiais: 
  •   Argila vermelha; 
  •  Argila amarela; 
  •  Argila branca; 
  • Cola branca; 
  • Tinta plástica; 
  • Tinta guache; 
  • Musgo seco; 
  • Garrafa PET; 
  • Barbante; 
  • Peças de jogos de encaixe; 
  • Forminhas vazadas; 
  • Forminhas  sem saída livre; 
  • Palitos de sorvete; 
  • Papelão;  
  • Garrafa pet; 
  • Jornais; 
  • Pincel; 
  • Água .;
  • Lousa digital; 
  • Câmera digital; 
  • software para edição de imagem; 
  • Software para edição de livros digitais. 

  • Procedimento metodológico: 
OBSERVAÇÃO: Em todas as espatas desta sequência de atividades que  envolvam  o trabalho com argila e tintas, as mesas deverão estar cobertas por qualquer material que mantenha    preservada da sujeira proveniente da  argila e que facilite a limpeza ao final da aula.

1ª ETAPA: Roda de conversa: 
  • Formar uma roda de conversa para apresentar a argila aos alunos e levantar os conhecimentos prévios da turma Explicar o seu valor cultural por meio da contação de história e da leitura de poemas, poesias e livros infantis,  com a observação de algumas produções artísticas e artesanais como: esculturas, tigelas, cumbucas, vasos e etc.,  completando  com um passeio virtual por museus  de artes  utilizando  como recurso a lousa digital.  

2ª ETAPA: Experimentação. 
  • Reunir as crianças nas  mesas pedagógicas e deixar que manipularem livremente a argila:  batendo, enrolando, torcendo, beliscando, amassando, puxando ou alisando.  
  • Entregar para as crianças materiais de diferentes texturas como por exemplo: peças de jogos de encaixeforminhas de plástico vazadas e sem saída livre, palitos de sorvete, barbantes, e etc., para que elas possam explorar e observar as marcas  que estes objetos  deixam ao serem pressionados contra a argila. 

  
 3ª ETAPA: Gravuras.  
  • Pedir para as acrianças alisarem a argila com rolinhos de confeiteiro  em uma superfície plana, depois  cobri-la com cola branca para evitar que rache e despedace depois de seca.   

  • Propor para as crianças fazerem desenhos na argila úmida com palitos de sorvete. 
  • Depois de seca, pintar a argila com guache e pressionar uma folha de sulfite  por cima.  O desenho feito pela criança ficara impresso na folha.  

  • Montar um cartaz com as gravuras feitas pelas crianças e expor na sala de aula. 

4ª ETAPA: escrita do nome. 
  • Pedir para que a criança alise com o rolo de confeiteiro a argila sobre um pedaço de papelão, cobrindo-a com cola branca para que não rache e nem despedace depois de seca. 

  • Solicitar para que a criança escreva a inicial do seu nome com palitos de sorvete na argila úmida. 

  • Depois de seca, deixar que a criança pinte com guache. 

  • Montar um cartaz com o trabalho das crianças para expor na sala de aula ou deixar que elas levem para casa.  

5ª ETAPA: Acordelado indígena. 

  • Ensinar as crianças técnica de modelagem do acordelado indígena, que consiste em sobrepor rolinhos de argila para confeccionar vasos e potes. 
  • Depois de secos, os vasinhos serão pintados pelas crianças com tinta guache e guardados para exposição na mostra pedagógica da escola.  


6ª ETAPA: Esculturas.  
  • Solicitar para que as crianças criem esculturas de argila a partir de sua criatividade e imaginação. 
  • Depois de seca, deixar que as crianças pintem as esculturas com tinta guache. 
  • Expor as esculturas  na mostra pedagógica da escola e posteriormente permitir que  as crianças levem-nas para casa.  

7ª ETAPA:  Construção de maquetes. 

  • Propor para as crianças participarem, com o auxílio do professor da confecção de maquetes para contação de histórias na sala de aula,  que futuramente serão utilizadas na edição  e  publicação de livros digitais gratuitos e sem fins lucrativos pelo Instituto Paramitas (http://institutoparamitas.org.br/). 

  • É importante valorizar a contribuição artística da criança  na construção da maquete para que ela sinta-se inserida no projeto, o que com certeza irá aumentar o seu interesse pelas atividades que serão desenvolvidas no futuro utilizando a maquete em questão.  

  • Será trabalhada a Lenda do Morro do Saboó. As crianças participarão da   confecção de duas maquetes utilizando argila, papelão, garrafa PET, tinta plástica, cola branca, musgo seco e massinha de modelar. 

  • Na primeira maquete, será modelado um vulcão de argila, com a base feita de garrafa PET e papelão.  
  • Quando o vulcão estiver seco, as crianças preencheram as rachaduras da argila com tinta plástica vermelha para dar o efeito de lava vulcânica.  Na base, será colado musgo seco tratado para dar o efeito de vegetação rasteira. Será modelado com massinha escolar um Ipê Amarelo; árvore símbolo da cidade de São Roque. 

  • Na segunda maquete as crianças modelaram o morro do Saboó  utilizando como base papelão e jornal. A argila será umedecida com uma mistura de cola branca e água para reforçar aderência e evitar que a argila rache e se despedace ao secar. 
  • Depois de seco, as crianças pintarão com uma mistura de guache da cor verde e cola branca, a base também será pitada com a mesma mistura e terá musgo seco colado, além de alguns Ipês Amarelos modelados com massinha escolar.  
  • As maquetes ficarão expostas na sala com a finalidade de serem utilizadas na contação de histórias sobre a lenda do Morro do Saboó, posteriormente serão fotografadas para a ilustração de um livro digital.  
 
maquete 1 

maquete 2


  • Consideração finais:  está é uma sequência de atividades interdisciplinares  cuja a metodologia privilegia o desenvolvimento de habilidades de interação, participação e conivência, respeitando o aluno como sujeito do seu próprio desenvolvimento, construtor da sua história e da sociedade em vive.  

  • Avaliação:  Ocorrerá pela observação da participação do aluno quanto a: 
Sua interação com os materiais propostos e de como apropriou-se dos conhecimentos abordados em cada etapa. 
Da coragem e confiança que demonstrou em se aventurar na modelagem de esculturas, na  criatividade e imaginação com a  qual baseou  as suas obras. 
Sobre a sua dedicação e  satisfação com o resultado final. 
 Na apreciação e respeito que nutre por sua produção artística assim como pela dos demais colegas. 

Referencias bibliográficas 
  
 NOVA ESCOLA. Mãos na argila para ampliar perspectivas. Disponível em:  http://acervo.novaescola.org.br/fundamental-1/maos-argila-ampliar-expectativas-741527.shtml Acessado em: 20/11/2016. 

JORNAL DA  UEM – Universidade Estadual de Maringá. Argila como instrumento de estimulação neuropsicomotoraDisponível em:  


 MOREIRA, Lucia ConceiçãoO ATENDIMENTO EDUCACIONAL À PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL COM SEVERO COMPROMETIMENTO: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA HISTÓRICO-CULTURAL . 2011. Dissertação  para Pós- graduação - Programa de Pós-Graduação em Psicologia do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Estadual de Maringá. Maringá. 2011 


LEMOS, Denise; ZAMPERTTI, Maristani: Modelagem com Argila para crianças.  Estudo de caso para licenciatura. Centro de Artes/UFPel). 2014 


OLIVEIRA, Alessandra:  Escultura e imaginação infantil: Um mar de histórias sem fim. TeseColegiado do Curso de Pós-Graduação em Educação do Centro de Ciências da Educação. Universidade federal de Santa Catarina. 2008.